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  1. #11

    Energia Limpa / Biocombustíveis



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    Os biocombustíveis são produzidos a partir de fontes renováveis, como biomassa e produtos agrícolas, como a cana-de-açúcar, plantas oleaginosas e gordura animal.






    O investimento em biocombustíveis, que podem ser usados isoladamente ou adicionados aos combustíveis convencionais, reafirma nosso compromisso com o desenvolvimento associado à responsabilidade socioambiental. Nosso objetivo é desenvolver tecnologias que assegurem a liderança mundial na produção de biocombustíveis.

    O biocombustível mais conhecido do brasileiro é o etanol: o álcool é encontrado nos postos de serviço desde a década de 1970. Recentemente, iniciamos a produção do biodiesel.



    Etanol


    O Brasil é reconhecido mundialmente por seu pioneirismo na introdução de um biocombustível - o etanol (álcool etílico hidratado ou anidro), produzido a partir da cana-de-açúcar - em sua matriz energética.

    O etanol é utilizado no Brasil desde a década de 1970, quando foi lançado o Proálcool. Ele foi o maior programa de utilização de combustível renovável implantado no mundo.

    Atuamos como distribuidores do álcool e ampliamos nossas linhas de pesquisa para desenvolver novas técnicas de produção do etanol.



    Biodiesel


    Combustível derivado de plantas e gordura animal? Isso mesmo. Trabalhamos no desenvolvimento dessas duas opções de produção de biodiesel para adição ao óleo diesel de origem fóssil, gerando benefícios nas áreas de transporte e geração de energia elétrica.

    A tecnologia que desenvolvemos permite trabalhar com todas os tipos de plantas oleaginosas, como mamona, soja, amendoim e girassol, entre outras.

    O biodiesel apresenta muitas vantagens ambientais, entre elas a diminuição das emissões de gás carbônico (CO2), a ausência de enxofre e menor geração de partículas poluentes. Para se ter uma ideia, uma tonelada de biodiesel evita a emissão de 2,5 toneladas de CO2 para a atmosfera.





    Conheça a Energia que se planta



    . Plantando Energia
    O biodiesel pode ser obtido através de plantas como:
    • girassol
    • dendê
    • canola
    • mamona
    • soja



    Mamona

    . Da semente ao biodiesel
    Durante a produção do biocombustível, o óleo das sementes de mamona reage com o álcool na presença de um catalisador. Essa reação, chamada de transesterificação, permite retirar do óleo vegetal a glicerina, prejudicial ao motor. A mistura hidrogenada do óleo vegetal ao diesel tradicional, no processo HBIO - tecnologia exclusiva da Petrobrás -, reduz a emissão de poluentes e ajuda a proteger o ar.


    . Descentralização
    O biodiesel pode ser produzido em unidades espalhadas pelo país, próximo de grandes centros urbanos. Isso reduz o custo de distribuição, em comparação com o do diesel convencional, produzido apenas em poucas refinarias.


    . Para as bombas
    O biodiesel é misturado ao diesel convencional nos próprios caminhões de distribuição. Sua utilização não exige nenhum tipo de adaptação em ônibus, caminhões e caminhonetes.

    O consumidor pode não perceber, mas o combustível verde até aumenta o desempenho do motor, pois sua combustão é mais rápida e eficiente.

    O biodiesel está a venda nos postos Petrobrás, adicionado ao diesel comum.




    Última edição por Macili; 01-11-2012 às 01:38 AM.

  2. #12
    Começa produção de energia limpa na Antártica


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    A partir desta terça-feira (10/01), o Brasil se torna o primeiro país do mundo a utilizar biocombustível para produção de energia na Antártica. Em evento a ser realizado nesta tarde, será iniciada a operação do motogerador a etanol, na Estação Antártica Comandante Ferraz, que irá suprir toda a energia necessária ao funcionamento e aos programas científicos desenvolvidos no local. A iniciativa, de acordo com Ministério da Defesa, faz parte da comemoração dos 30 anos da Estação, operada pela Marinha do Brasil, e conta com a parceria da Petrobras e da Vale Soluções em Energia (VSE).

    A Companhia fornecerá os 350 mil litros de etanol necessários à operação e, por meio de acompanhamento tecnológico, validará a utilização do etanol em condições de baixa temperatura. O combustível é idêntico ao fornecidos aos veículos nacionais.

    Para o ministro da Defesa, Celso Amorim, que participará do evento, o marco é digno de celebração, pois coloca o país em destaque no cenário tecnológico mundial e alinhado com a meta da ONU, que declarou 2012 como o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos.

    O motogerador a etanol brasileiro foi desenvolvido com tecnologia totalmente nacional e gera energia limpa, sem qualquer tipo de aditivo, a partir de um equipamento de controle e comando via internet. A tecnologia foi desenvolvida pela VSE.

    O equipamento e o combustível foram enviados à Antártica em outubro do ano passado e chegaram à Antártica em novembro quando passaram por um período de avaliação.





    Fonte: Petrobrás Fatos e Dados, em 10 de janeiro de 2012 -

  3. #13
    7 incríveis projetos de
    energia solar no mundo



    Quando se pensa em energia solar, a primeira imagem que surge é,
    em geral, a de paineis instalados no telhado de uma casa.
    Mas há usos mais audaciosos mundo a fora, como mostra esta seleção de mega projetos.


    Confira...






    Divulgação

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    Solar Powered Office Complex



    Em formato de leque, esta estrutura que se assemelha a um relógio é o maior edifício comercial alimentado por energia solar no mundo. Localizado em Dezhou, na província de Shandong, noroeste da China, o prédio de 75 mil metros quadrados de área abriga um hotel, centros de exposição, laboratórios de pesquisa e desenvolvimento científicos e espaçosas salas para reunião e treinamento.

    Com uma cobertura de paineis solares de 5 mil metros quadrados, o edifício tem 95% de suas necessidades energéticas proveniente dessa fonte renovável. A cor branca adotada na fachada simboliza energia limpa, além de ajudar a refletir a luz do sol, reduzindo o calor.







    Divulgação

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    Estádio de Kaohsiung, em Taiwan


    Com jeitão futurístico, o estádio de Kaohsiung, em Taiwan, carrega o título de primeiro do mundo 100% movido a energia solar. Seu teto é recoberto por nada mais nada menos do que 8.844 placas solares, que fornecem energia suficiente para as 3,3 mil lâmpadas que iluminam o estádio e mais dois telões gigantes que transmitem os jogos.

    O uso dessa fonte de energia renovável e limpa evita a emissão de 660 toneladas de CO2 na atmosfera anualmente. Em formato que remete a ferradura de um cavalo, a arena criada pela firma japonesa de arquitetura Toyo Ito foi construída para os Jogos Mundiais de 2009 e tem capacidade para 55 mil pessoas.







    Divulgação

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    Gemasolar: energia 24h por dia



    Apesar das claras vantagens ecológicas, projetos de energia solar têm um calcanhar de Aquiles: eles dependem da existência de luz natural para produzir eletricidade. Mas um sistema de geração em Sevilha, na Espanha, mandou para escanteio essa fraqueza. Trata-se da Gemasolar, a primeira usina de energia solar concentrada (ESC) em escala comercial do mundo, que gera energia durante a noite ou em dias nublados.

    A produção de eletricidade sem a presença de luz solar resulta de uma inovadora tecnologia que usa sal fundido para estocar calor e operar 24h. Com capacidade instalada de 19,9 megawatts, a central já fornece energia para 25 mil lares na região de Andaluzia.







    Divulgação

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    Sanyo Solar Arc


    Essa estrutura em forma de asa elegantemente “pousada” no solo abriga desde 2002 o Museu da Energia Solar, mais conhecido como Sanyo Solar Ark. Semelhante a um arco de 315 metros de largura e 37 m de altura. Localizado na Província de Gifu, no centro do Japão, o impressionante edifício possui mais 5 mil paineis solares e produz mais de 500 mil kWh de energia por ano. A fachada da atração, que também abriga centro de pesquisa em tecnologia solar da Sanyo, também é coberta por lâmpadas leds, que se iluminam à noite.






    - continua -

    Fonte: Exame.com

  4. #14
    7 incríveis projetos de
    energia solar no mundo





    - continuação -





    Divulgação

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    Pista de Nascar Solar

    A maior instalação esportiva para corrida abastecida por energia solar do mundo é uma pista de Nascar, categoria do automobilismo. Trata-se do Pocono Raceway, centro norte-americano do estado da Pensilvânia, que acionou ano passado sua usina para captação da luz solar por painéis fotovoltaicos. Além de fornecer energia suficiente para a instalação desportiva, o novo sistema, com capacidade instalada de 3MW, abastece cerca de mil casas nas proximidades. No período de um ano, cerca de cinco mil tonelads de CO2 devem deixar de ser emitidos.





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    Sonnenschiff: um vilarejo com excedente de energia

    Cinquenta e duas casas, entre residenciais e comerciais, formam o bairro ancorado em Freiburg, na Alemanha, que se tornou referência em boa vida e impacto ambiental mínimo. Situado em uma das regiões mais ensolaradas do país, o vilarejo de Sonnenschiff é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome.

    A auto-suficiência é atingida através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos posicionados estrategicamente para aproveitar ao máximo a incidência dos raios de sol. Além de aproveitar a luz natural, com amplas aberturas para deixar o sol entrar nos ambientes internos, as casas ecológicas também contam com tecnologia para economizar água.

    Os telhados possuem sistemas de captação de água da chuva, que depois é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente.






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    Ponte Blackfriars

    Construída na era do vapor, em 1886, a ponte de Blackfriars, sobre o rio Tâmisa, em Londres, se tonará em breve a maior ponte solar do mundo. A estrutura vitoriana passa por um retrofit, com conclusão prevista para 2012, para se transformar em uma estação de trem movida pela energia gerada por mais de 4 mil paineis fotovoltaicos.

    Quando concluída, a estação contará com seis mil metros quadrados de teto solar, capaz de produzir 900 mil kWh anualmente. Metade da energia necessária para a movimentação dos trens será suprida pela geração alternativa, o que vai evitar a emissão de 511 toneladas de CO2 na atmosfera.







    Fonte: Exame.com

  5. #15
    Você sabia que é possível tirar
    energia limpa dos excrementos?



    Até mesmo os excrementos podem produzir energia limpa
    para manter a luz acesa ou deixar a casa aquecida.
    Saiba como!



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    Sim, os excrementos também podem se transformar em fontes de energia limpa!
    Ilustração: Bruno Algarve







    Mais de 200 casas da cidade de Didcot, no Reino Unido, mantêm seu sistema de calefação funcionando graças ao que vai para a privada. É isso mesmo: todo o cocô dos moradores é direcionado para uma estação de tratamento onde ele é separado e convertido em gás (sem odor, claro!) para poder alimentar os radiadores de calefação instalados nas residências. Utilizar nossos próprios resíduos como combustível não é algo novo, é verdade - há indícios de mais de um século de que chineses e outros povos usavam o "número 2" para produzir energia. Mas o projeto de Didcot (que custou 4 milhões de dólares) é uma prova de que é possível construir um sistema integrado de geração de gás e energia em grande escala através do cocô - uma energia limpa, sim, e totalmente renovável, já que a gente não para nunca de fazer as necessidades fisiológicas, né?!




    Saiba mais detalhes dessa iniciativa:



    1. Todo o sistema de esgoto das 200 casas teve de ser adaptado, levando os resíduos para uma estação de tratamento construída especialmente para tratá-lo.

    2. Bactérias anaeróbias levam até três semanas para decompor os excrementos e transformar os resíduos em gás metano.

    3. Do processo de tratamento, além do metano, produzem-se fertilizantes que são usados em lavouras e plantações da cidade.

    4. Assim que o gás é produzido, ele é coletado e distribuído para as residências para manter funcionando os radiadores de calefação.








  6. #16
    Energia para todos
    A promessa de fotossíntese artificial



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    A promessa da fotossíntese sintética encanta qualquer um. Por quê? Já que mais energia chega até a Terra em uma hora do que a humanidade consegue utilizar em um ano completo, ela permitiria obter grandes quantidades de energia elétrica, de forma bem mais eficiente, e armazená-las quando necessário, tal como as plantas fazem, nas palavras do químico Nate Lewis, do renomado Instituto de Tecnologia, em Pasadena, na Califórnia.

    Os especialistas já sabem como transformar energia solar em energia elétrica. Graças ao efeito fotovoltaico, o sol se tornou uma fonte inesgotável de energia. Para isso, utilizamos as células fotovoltaicas convencionais (de silício cristalino) ou orgânicas (de polímeros).

    Mas o sol não brilha onde e quando desejamos. Por meio da fotossíntese, as plantas têm as habilidades – invejáveis, a princípio – de converter a luz solar em ‘combustível’ e de armazenar.

    Se os cientistas conseguissem fazer o mesmo, nossos problemas energéticos estariam resolvidos. Agora, muitos empresários e pesquisadores estão encarando esse desafio com seriedade, e prometem atingir o esperado.




    Nosso futuro hidrogênio de cada dia

    A fotossíntese utiliza a luz solar para quebrar moléculas de água em suas partes constituintes (hidrogênio e oxigênio) e rearranja tais partes em moléculas mais energéticas, quimicamente falando. No caso das plantas, carboidratos são o produto final, graças a uma ajuda do dióxido de carbono retirado da atmosfera.

    Mas a planta só armazena alguns por centos da energia solar em carboidratos. Os catalisadores naturais, que ajudam no processo, degradam-se rapidamente e precisam ser constantemente renovados.

    E carboidratos são, de longe, o pior tipo de combustíveis para nossos propósitos, na opinião dos cientistas envolvidos nesse tipo de pesquisa. Precisamos de algo mais puro e com uma densidade de energia maior. O hidrogênio é a escolha óbvia, então, pois armazena duas vezes e meia mais energia por quilograma que a gasolina convencional. Coloque isso em uma célula de combustível e você pode gerar eletricidade, recombinando-a com oxigênio, um subproduto da água.




    Solução nos detalhes

    Isso quer dizer que a fotossíntese artificial não se trata apenas de imitar a fotossíntese. Trata-se de fazê-la melhor ainda. “Parece simples: você está apenas quebrando a água”, diz o químico Daniel Gamelin, da Universidade de Washington, em Seattle, Estados Unidos. Segundo ele, o mais complicado para os cientistas está nos detalhes.

    Primeiro, precisa-se construir uma antena parecida com uma célula fotovoltaica convencional, que absorva luz e utilize sua energia para liberar elétrons. Daí é que a química entra em ação: esses elétrons precisam ser guiados por uma enzima em uma complexa ‘dança’ para reagir com as moléculas certas, a fim de produzir o combustível que queremos.

    Em 1998, o físico John Turner, do Laboratório Nacional de Energia Renovável, do Departamento de Energia dos Estados Unidos, estava trabalhando com seu colega Oscar Khaselev. “Um dia, estava atravessando o hall de entrada do laboratório eu vi um pôster sobre fotossíntese sintética. Pensei: eu posso ajudar”, Turner relembra.

    Depois de um ano intenso de pesquisas e experimentos, ele concebeu seu dispositivo: um chip semicondutor de alguns milímetros quadrados que fica em um tubo de ensaio com ácido de bateria e com enzimas de platina. Na luz do sol, para contentamento do pesquisador, o hidrogênio começava a borbulhar na superfície do chip, com uma eficiência aproximada de 12% da energia solar.

    Mas houve alguns obstáculos. O hidrogênio borbulhava junto com o oxigênio, o que os torna uma mistura potencialmente explosiva. O dispositivo então quebrava depois de 20 horas, aproximadamente, devido à oxidação e à queima de alguns de seus componentes.

    E isso não saiu barato. Cada centímetro quadrado custava cerca de um dólar (R$ 1,92). E Turner reconhece que isso era 10 vezes mais caro para produzir hidrogênio a um custo razoável.

    Desde então, muitos problemas têm tirado o sono de cientistas. “Você têm um banquinho com três pernas: um sistema tem que ser eficiente, barato e forte”, explica Gamelin. E conseguir os três é o desafio da vez, segundo Lewis.




    Sem momentos eureca, mas grandes avanços à vista

    A primeira tarefa é descobrir qual o melhor material para a antena. O silício é relativamente barato e abundante, e absorve boas quantidades de fótons dos raios solares.

    Mas libera elétrons com uma potência de 1,1 elétronvolts, e o mínimo necessário para quebrar a água são 1,23 elétronvolts. Além disso, na prática, é necessário mais para iniciar a reação. Uma alternativa possível na qual os cientistas trabalham é empilhar camadas de silício, pois isso aumentaria a voltagem dos elétrons.

    Quando pesquisadores encontrarem soluções para as três questões principais mencionadas acima, os cientistas ainda terão de descobrir uma maneira de todos os dispositivos trabalharem juntos, e bem.

    Embora a ciência não tenha tido um momento eureca até agora, grandes avanços foram feitos. E eles prometem dar bons frutos em um futuro não tão distante. [NewScientist]







    Fonte: Hypescience, em 16/abril/2012.

  7. #17
    Biocombustível



    As safras de ponta na produção de biocombustíveis







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    Trigo / Milho (1/7)


    Principais regiões de cultivo: Estados Unidos, Brasil, China

    Sustentabilidade:
    - requer grandes quantidades de fertilizantes e água
    - a produção de biocombustíveis aumenta os preços do leite, da carne e de derivados do milho
    - equilíbrio energético: eficiência reduzida, podendo produzir mais CO2 do que evitaria o uso de bioetanol

    (Foto: Reuters)







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    Colza /Canola (2/7)


    Principais regiões de cultivo: União Europeia, China, Canadá, Índia

    Sustentabilidade:
    + não é uma safra alimentar: não perturba os mercados de alimentos
    - requer fertilizantes, água, bons solos e subsídios
    - equilíbrio energético: produzir biodiesel da colza pode gerar mais CO2 do que o consumo de biodiesel evita.

    (Foto: Reuters)







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    Cana-de-açúcar (3/7)


    Principais regiões de cultivo: Brasil, Índia, Europa, China

    Sustentabilidade:
    + equilíbrio energético: alta produção de energia, baixo consumo de energia, utiliza biomassa para o processo de produção
    + não há necessidade de subsídios
    + alto rendimento de etanol por hectare
    – expandir a produção coloca florestas tropicais em risco

    (Foto: Reuters)







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    Óleo de palma (4/7)

    Principais regiões de cultivo: Indonésia, Malásia

    Sustentabilidade:
    + equilíbrio energético: produção relativamente alta de energia, biomassa pode ser utilizada para o processo de extração
    - alimentos básicos usados em muitos produtos: produção de biodiesel eleva os preços
    - desmatamento da floresta para criação de novas plantações
    - frequentemente exportado para Europa e Estados Unidos: transporte exige energia e gera emissões

    (Foto: Reuters)







    - Continuação -

  8. #18
    Biocombustível






    - Continuação -






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    Soja (5/7)

    Principais regiões de cultivo: Estados Unidos, Brasil, Argentina

    Sustentabilidade:
    + fácil cultivo
    - baixo rendimento de biodiesel por hectare plantado em comparação com outros cultivos
    - alimentos básicos: produção de biodiesel aumenta o preço do alimento
    - desmatameno da floresta e outras áreas para transformar em fazendas de soja emite carbono
    - exportada com frequência: transporte exige energia e gera emissões

    (Foto: Reuters)







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    Açúcar de beterraba (6/7)

    Principais regiões de cultivo: União Européia, Estados Unidos, Rússia

    Sustentabilidade:
    + utilização moderada de água, tolerante a solos salinos
    + emissões de carbono até 70% mais baixas que gasolina
    + alto rendimento de etanol por hectare
    - exige muitos fertilizantes
    - cultivo de alimento: produção de biodiesel aumenta preço do alimento

    (Foto: Reuters)







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    Jatrofa (7/7)

    Principais regiões de cultivo: Índia, Mianmar, Mali, Filipinas

    Sustentabilidade:
    + colheita robusta, não exigente: requer pouca água ou fertilizantes
    + rendimento elevado, processo de extração fácil
    - não é fácil de se colher, intensa mão de obra
    - pode ocupar espaço de lavouras de alimentos

    (Foto: Reuters)







    Fonte: Allianz

  9. #19
    Biocombustível



    Criando a próxima geração



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    Ativista ambiental com a mão pintada de verde
    entrega uma muda de planta a um motorista. (Foto: Reuters)







    Para que os biocombustíveis sejam verdadeiramente sustentáveis, eles precisam ser fabricados de modo mais eficiente, sem utilizar tantos alimentos básicos. Em função disso, os cientistas estão desenvolvendo novos biocombustíveis a partir de toda e qualquer coisa – desde resíduos vegetais e escuma de tanques até lixo em putrefação e whisky.


    Em meados deste século, os biocombustíveis poderão fornecer mais de 25% de todo o combustível usado no transporte, incluindo o combustível para jatos, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA).


    Mas, para que isso ocorra de forma sustentável, é "especialmente importante" que a próxima geração de biocombustíveis – etanol celulósico, BTL (biomass to liquids) diesel, gás biossintético, algas – seja comerciável já na próxima década.


    Os biocombustíveis de primeira geração feitos com colheitas essenciais, como milho, trigo e soja, são muito controversos e acusados de causar desmatamento, alteração nos preços dos alimentos e até mesmo abusos aos direitos humanos. Muita gente os encara como um tipo de solução 'de transição', que deverá ser substituída por alternativas mais ecológicas.


    Eles podem causar muito desperdício. No geral, só utilizam partes da planta que contêm açúcar ou amido. Folhas, cascas de semente e talos são deixados de lado; a energia e a água necessárias ao seu cultivo se perdem (a exceção é a cana-de-açúcar no Brasil, que é queimada para alimentar refinarias de biocombustível).




    Etanol lignocelulósico

    Os cientistas estão tentando fazer melhor uso dos resíduos das lavouras e dos subprodutos, convertendo-os na próxima geração de biocombustíveis.


    Assim como o açúcar e o amido, eles querem aproveitar a lignina e a celulose das lavouras, usando enzimas para transformar os 'materiais lignocelulósicos' em açúcares, os quais poderão ser fermentados e destilados em biocombustíveis.


    Como mais partes da planta são usadas, os combustíveis lignocelulósicos podem produzir mais energia por quilo de material. Essa eficácia ampliada poderá ajudar a tornar os biocombustíveis mais sustentáveis e a reduzir a superfície de terra ocupada no seu plantio, deixando, assim, mais espaço para cultivos alimentares.


    Mas ainda assim a produção de combustível seria feita a partir de cultivos alimentares.
    Para romper completamente essa dinâmica, os pesquisadores estão explorando também matérias lignocelulósicas não alimentares, como cavacos de madeira, palha, salgueiro, pinhão-manso (jatrofa) e gramíneas perenes, como a switchgrass (panicum).


    O atrativo é que essas plantas podem ser cultivadas em terras pobres de nutrientes, sem muita irrigação, fertilizantes petroquímicos ou uso de arado, o que as torna mais baratas e com emissão menos intensiva de carbono.


    O etanol celulósico poderá "ter melhor desempenho em termos de equilíbrio energético, emissões de gases de efeito e estufa e exigências quanto ao uso do solo" do que os biocombustíveis obtidos a partir de plantas feculentas, como o etanol de milho, segundo dados do IEA. As primeiras usinas em grande escala para comprovar essa tecnologia já estão entrando na fase de produção.




    Biodiesel avançado

    O biodiesel convencional é feito predominantemente a partir de cultivos como colza/canola, óleo de palma (dendê) e soja, os quais são também utilizados em muitos produtos alimentícios. Embora plantas como o pinhão-manso e a Pongamia possam ser transformadas em biodiesel, elas ainda não são amplamente empregadas.


    A pesquisa avançada sobre biodiesel se concentra no Óleo Vegetal Hidrotratado (HVO, em inglês) e no diesel de biomassa, ou BTL, também conhecido como processo Fischer-Tropsch (F-T).


    O HVO é produzido hidrogenando-se óleos vegetais ou gorduras animais, ou seja, adicionando hidrogênio para aumentar o seu conteúdo energético. As primeiras usinas foram inauguradas na Finlândia e em Cingapura, porém o combustível ainda não está sendo comercializado.


    O diesel BTL é produzido transformando-se biomassa, tal como os detritos agrícolas ou o lixo urbano, em gás, por meio de aquecimento, e depois convertendo esse gás em uma série de biocombustíveis líquidos, incluindo o querosene sintético, que poderá ser usado como combustível para aviões a jato.


    A vantagem nesse caso é que o processo tende a não depender de matérias-primas alimentícias e, mesmo se o fizer, o produto alimentar terá 'dupla utilidade', fornecendo alimento assim como energia. O biodiesel resultante desse processo pode ser utilizado em qualquer mistura para motores a diesel convencionais, embora ainda tenha de chegar à produção comercial.




    Gás biossintético e biobutanol

    Os veículos movidos a gás natural tornam-se cada vez mais populares na Ásia e na América Latina, podendo ser alimentados à base de gás biometano derivado de biomassa, tal como o proveniente do lixo de aterros sanitários, esterco de gado ou outras matérias orgânicas.


    As técnicas para produzir gás incluem a digestão anaeróbica por micro-organismos e o aquecimento da biomassa até produzir gás. A primeira planta piloto produzindo biometano a partir de biomassa sólida com aplicação de calor começou a operar no final de 2008, na Áustria.


    Já o biobutanol pode ser produzido pela fermentação do açúcar por meio de bactérias, e usado como combustível em motores de combustão interna. Cientistas da Edinburgh Napier University, na Escócia, estão usando subprodutos do processo de fabricação do whisky escocês para produzir um biobutanol que, segundo eles, gera 30% mais energia que o etanol.



    Algas

    Para uma dose de energia ainda mais concentrada, temos as algas, que podem conter até 25% de óleo vegetal – uma proporção bem mais elevada do que qualquer outro material para biodiesel.


    Potencialmente, as algas são o biocombustível perfeito devido ao seu alto teor de óleo, sua taxa de crescimento fenomenal, além do fato de que podem ser cultivadas em terras não agricultáveis e só precisam de sol, água e dióxido de carbono para florescerem. Elas poderiam até ser usadas para reciclar as emissões de CO2 das centrais de energia.


    Os defensores das algas afirmam que, enquanto um acre (equivalente a 4.047 m) de milho pode produzir umas poucas centenas de galões de etanol por ano, a mesma área de algas poderá produzir muitos milhares de galões. Porém encontrar locais adequados para cultivar grandes quantidades de algas continua a ser um problema, assim como o aspecto econômico da extração de óleo a partir de algas e da produção de combustível.


    Como quase todos os biocombustíveis 'avançados' ou da 'próxima geração', o combustível de algas ainda está em fábricas piloto e laboratórios de estudos, e sequer chegou às bombas dos postos ou aos tanques dos carros. Mas com os preços do petróleo em ascensão e os biocombustíveis convencionais sob a mira cada vez mais crítica do escrutínio global, essa situação pode estar prestes a mudar.









    Fonte: Allianz

  10. #20
    Biocombustível



    Etanol combustível: rodando com álcool



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    Uma engenheira química segura um tubo de teste com biocombustível
    na fábrica da Oleoplan, em Passo Fundo, no Brasil.
    O Brasil está buscando ampliar o setor para incluir pequenos agricultores
    que podem aumentar sua renda
    plantando lavouras usadas para produzir biocombustível. (Foto: Reuters)








    O álcool que colocamos nas nossas bebidas também pode alimentar os carros: uma ideia de grande alcance. O álcool etílico ou etanol é, de longe, o biocombustível nº 1 atualmente, e também o mais controverso.


    Produzir etanol combustível é como fabricar cerveja ou bebidas alcoólicas, pois o principal ingrediente é o açúcar. O processo envolve fermentar o açúcar (usando levedura) e depois destilá-lo para retirar a água da mistura, de modo a se tornar mais concentrado e potente.


    O setor de etanol hoje obtém o açúcar de duas fontes principais: vegetais ricos em açúcar, como cana-de-açúcar ou beterraba, e vegetais com alto teor de amido, como milho e trigo. Os vegetais ricos em amido precisam ser convertidos em açúcar antes de poderem ser transformados em biocombustível.


    Lavouras para biocombustível são consideradas uma fonte de energia renovável e uma alternativa segura ao petróleo, e por isso a produção mundial de etanol combustível triplicou entre 2000 e 2007, passando de 17 bilhões para mais de 52 bilhões de litros.


    Embora tenha diminuído recentemente devido à crise econômica, o seu crescimento continua. Em 2009 alcançou-se a marca dos 76 bilhões de litros, e os preços em ascensão do petróleo poderiam dar ao etanol um novo empurrão.


    O mercado do etanol é dominado pelos Estados Unidos, que usam majoritariamente o milho, e pelo Brasil, que utiliza predominantemente a cana-de-açúcar. Juntos, esses dois países produzem quase 90% de todo o etanol combustível.




    Junto e misturado

    A maioria dos carros convencionais pode usar o bioetanol, mas não em sua forma pura.
    Em primeiro lugar, o teor energético do etanol equivale a apenas dois terços do teor da gasolina, reduzindo, assim, a economia de combustível e seu alcance. Em segundo, o etanol pode se solidificar quando exposto a baixas temperaturas, interrompendo a passagem do combustível e dificultando a partida em veículos com ignição a faísca convencional. E, finalmente, o etanol combustível pode causar corrosão e danificar o motor – os carros mais velhos são especialmente vulneráveis a esse problema.


    Portanto, o etanol combustível é misturado com gasolina antes de chegar às bombas, de modo que os motoristas se abastecem, na verdade, com uma mistura de biocombustível e gasolina. A mistura chamada E10, por exemplo, contém 10% de etanol e 90% de gasolina, enquanto o E100 é etanol puro.


    Devido aos preços em ascensão do petróleo, à segurança energética ou às crescentes emissões de CO2 do transporte rodoviário, diversos países ordenaram a mistura de biocombustíveis para o seu mercado automobilístico, geralmente em proporções de 10% ou 15% (E10 ou E15), como nos Estados Unidos.


    O Brasil foi mais além, impondo as misturas E25 e E100 em todos os postos de combustível nacionais – uma medida que se beneficia do clima quente do país, onde a partida a frio do motor não constitui um problema sério.


    O país também estimulou o desenvolvimento e a distribuição de novos carros com motores modificados, capazes de usar concentrações bem mais altas de etanol combustível, em gradações até E100, sem perda significativa de desempenho.


    Praticamente, todos os carros novos vendidos no Brasil são dotados de motor flex, que é capaz de rodar com etanol puro ou qualquer tipo de mistura. Os carros flex já constituem 40% da frota brasileira de veículos, em comparação com apenas 4% nos Estados Unidos, segundo dados da Agência Internacional de Energia (International Energy Agency – IEA).



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    A irrigação utiliza três quartos de toda a água fresca
    que os humanos têm em seus reservatórios, lagos e rios.
    Preservar a água é um dos primeiros passos
    para uma agricultura sustentável. (Foto: Reuters)



    Açúcar versus milho

    A transformação feita pelo Brasil da sua base energética do transporte deve-se, em grande parte, à eficiência na produção do etanol derivado da cana-de-açúcar, o único biocombustível no mundo inteiro capaz de competir no preço com a gasolina ou o diesel sem grandes subsídios governamentais.


    Há muitas terras baratas, mão de obra barata e plantações já existentes de cana-de-açúcar. A planta cresce rápido e converte uma proporção relativamente alta de energia solar em biomassa. A produção de etanol por hectare pode chegar ao dobro daquela obtida com o milho nos Estados Unidos, segundo o instituto norte-americano de pesquisas Woodrow Wilson Center.


    Transformar cana-de-açúcar em biocombustível não requer muita energia externa, porque a fermentação e o processo de destilação são bastante simples e podem ser alimentados queimando-se os resíduos secos da cana.


    Em última análise, isso permite ter um biocombustível cuja produção custa de 20 a 25 centavos por litro, de acordo com o Woodrow Wilson Center, e economiza mais de 80% das emissões de gás de efeito estufa que teriam sido geradas usando gasolina.


    Produzir etanol a partir do milho, no entanto, não é comparável em termos de eficiência. O milho requer mais fertilizante e pesticidas, e precisa ser transformado primeiro em açúcar antes de se tornar biocombustível, um processo que requer alto consumo de energia.


    Além disso, o milho nem de longe fornece biomassa de resíduos suficiente para alimentar esse processo. Em vez disso, a energia necessária muitas vezes vem da queima de combustível fóssil, como o carvão.


    Isso significa que o etanol de milho gera apenas 1,5 mais energia do que a que foi usada na sua produção, enquanto o etanol de cana gera 8 a 10 vezes mais energia. Fora isso, a economia proporcionada pelo etanol de milho em termos de gases de efeito estufa é de apenas 10% a 30%.


    Não bastasse isso, converter os milharais da produção alimentar para a produção de combustível eleva o preço dos alimentos para as populações pobres do mundo, dizem os críticos. Já a produção de cana-de-açúcar teve menos impacto, em parte porque o açúcar não é um alimento básico, é mais consumido pelos ricos.


    Diante disso, a cana-de-açúcar brasileira leva uma grande vantagem, mas, como todos os biocombustíveis, tem os seus críticos também. A produção canavieira em expansão poderá levar outros agricultores ou proprietários rurais a desmatar áreas anteriormente intocadas. Essa 'mudança indireta no uso do solo' poderia anular qualquer economia nas emissões dos biocombustíveis.


    Outra questão é que a cana-de-açúcar exige muita água, um recurso que é cada vez mais escasso em certas partes do Brasil. Há também relatos da Anistia Internacional e de outras entidades de que a indústria alcooleira utiliza trabalho infantil e muitos trabalhadores vivem sob condições horríveis.


    A sustentabilidade do etanol combustível depende, sem dúvida, de onde e como ele é plantado, de quais insumos de energia ele requer e do impacto geral que ele impõe ao meio ambiente, à produção alimentar e ao uso da terra. Por isso o boom do etanol tem provocado críticas consideráveis.


    Sob circunstâncias corretas, o Brasil mostra que é possível passar do transporte dependente do petróleo para uma economia baseada no etanol, mas, isso tem o seu preço.







    Fonte: Allianz, por James Tulloch

 

 

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